restaurante no principe real 24

Tascardoso Restaurantes Princípe Real, Lisboa

Não por ter dúvidas na qualidade do que serve, porque aí sabe bem o que está a ser feito na cozinha, mas antes porque não quer ter amarras. Tem de entrar neste restaurante sem medo nem preconceito de sujar as mãos e lamber os dedos no final. “Aqui está”, também, uma boa maneira de partilhar comida com amigos e família. Traduzido do dialecto napolitano, Obicà significa “aqui está” – uma expressão mais do que apropriada para dar nome ao novo restaurante italiano do Príncipe Real.

Para quem faz sentido viver no Príncipe Real (e para quem não faz)?

É um “indiano moderno”, com um bar de cocktails que podem acompanhar as refeições. Este não é um típico restaurante indiano. A carta de especialidades suíças muda regularmente, mas pode-se sempre contar com o fondue de queijos. Com uma decoração meio anos 70, meio estância de ski, serve comida caseira. Este restaurante recria no Príncipe Real o ambiente dos alpes suíços.

  • E, acima de tudo, vai reforçando várias vezes que querem dar uma experiência genuína a quem entra pela porta do Formosa, uma experiência gastronómica que faça com que as pessoas percebam as diferenças entre a comida taiwanesa e a chinesa.
  • É o bairro onde os níveis de FOMO (a sigla inglesa que significa fear of missing out, uma espécie de estar a perder qualquer coisa incrível) atingem valores elevadíssimos.
  • Entre pratos conversamos com uma das gerentes do espaço, que nos explica o conceito do restaurante, o que esteve na sua géneses e as dificuldades que tem em encontrar staff para ajudar na sala (um problema comum na restauração, e não só em Lisboa).
  • Desde final de abril, a nova paragem obrigatória para os fãs do chef passou a ser a Carvoaria, um novo restaurante no Príncipe Real.

Tomados os aperitivos, entras na primeira sala, interna e com uma magnífica vista para toda a cozinha. Assim que dás o primeiro passo para dentro do Boubou’s és logo surpreendido por um pequeno bar cheio de coisas boas, onde podes tomar os primeiros cocktails antes de começar a verdadeira experiência de fine dining. Lá fora, uma pequena mas simpática esplanada em madeira, com espaço para pouco mais do praca do principe real que quatro ou cinco mesas, deixam antever que o Boubou’s foi decorado com muita atenção aos pormenores, com as coloridas flores em grande destaque, principalmente na porta de entrada.

Quando as novidades pareciam ir para um lado, Luís Gaspar virou para outro e abriu um restaurante de comida tradicional. Há um mundo de restaurantes no Príncipe Real. A ementa apresenta pratos inspirados nas culinárias dos vários cantos do mundo, e há ainda pratos do dia. As especialidades são a sopa de santola como entrada, e pratos de peixe e de caça.

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Com opções que vão desde a cozinha tradicional portuguesa até a culinária internacional, há algo para todos os paladares. Após uma refeição satisfatória, você pode aproveitar para dar um passeio pelas ruas encantadoras do bairro e descobrir as lojas de produtos gourmet e os mercados locais. Não importa se você está em busca de um jantar romântico ou de uma refeição descontraída com amigos, este bairro gastronômico tem opções para todos os gostos. Os restaurantes locais são conhecidos por sua qualidade excepcional e pela utilização de ingredientes frescos e autênticos. Desde o famoso bacalhau à bras até as deliciosas empadas de frango, nossas opções de menu são irresistíveis para os amantes da boa comida.

Tem um daqueles nomes que não permite mesmo espaço para enganos, o que é óptimo sobretudo a partir de certa hora, caso tenha excedido o número ajuízado de cocktails. O espaço é pequeno, mas há lugar para mais de trinta pessoas divididas entre as mesas e o balcão, onde decorre a maior parte da acção. O Royal Vessel é um bar inspirado na herança marítima portuguesa e serve cocktails à moda antiga. Não faz parte da nova vaga de esplanadas moderninhas e nem precisa de estar nos roteiros da cidade para estar sempre cheio. O Pavilhão Chinês foi inaugurado a 18 de Fevereiro de 1986 por Luís Pinto Coelho (Procópio, A Paródia e Fox Trot) e continua a ser um ponto obrigatório para muitos visitantes da cidade. Define-se como um pequeno oásis secreto em Lisboa — os transeuntes mais despistados podem muito bem ignorar a entrada quando caminharem rua fora.

bar vermute

No fundo do corredor do restaurante temos então a cozinha semi-aberta, por isso estamos a falar de um espaço relativamente pequeno. Isto significa que, além da decoração, a carta do novo restaurante, assinada pelo chef Honey Lima, é fiel aos sabores originais da gastronomia do México. O que não falta são restaurantes de comida mexicana em Lisboa, mas por alguma razão continuam a chegar mais. Nos pratos existem oito opções, já nas entradas são sete as possibilidades que pode acompanhar com um dos cocktails gastronómicos do bar. A grande janela do restaurante voltada para a rua principal do Príncipe Real garante a quem estiver de passagem uma vista privilegiada para a ação da equipa do bar, e a possibilidade de pedir vermutes e cocktails, a partir do exterior. O bairro do Príncipe Real está cheio de locais para visitares, desde museus, lojas e restaurantes, muitos restaurantes… e até o britânico The Telegraph acaba de o distinguir como o mais cool da Europa.

Passar pelo por lá é como revisitar a infância. Na ementa? Só comida de tacho, de sabores familiares e bem portugueses.

Quanto à segunda opção, vais poder provar alguns dos pratos de assinatura da Chef Louise Bourrat, através de criações sazonais num menu também composto por seis momentos, numa viagem de sabores e lembranças. No Menu Degustação Vegetariano terás uma experiência 100% vegetal em seis momentos, composta por pratos carregados de criatividade, sabor e sustentabilidade, com ingredientes locais e com uma ideologia de zero desperdício. Foi neste espaço, mais aberto e amplo que todos os outros, que mais gostámos de estar. É na segunda sala, ou devemos antes chamar jardim interior, que se encontra o esconderijo perfeito para uma refeição que te vai deixar rendido, com pratos cheios de criatividade e sabor. De realçar, a propósito, que o restaurante Boubou’s só está aberto de terça-feira a sábado aos jantares, entre as 19h e as 02h da manhã. Aqui, além das habituais mesas, também te podes sentar ao balcão e ficar ainda mais perto dos chefs que, com uma tranquilidade incrível, começam a preparar uma experiência que vai para além do imaginável.

Além de parques, edifícios históricos e lojas de antiguidades, a região também conta com restaurantes de altíssimo nível. Se quiser levar os queijos e enchidos italianos para casa, basta escolher na pequena montra à entrada, onde também se encontra um bar de Prosecco e cocktails. Aqui todos os produtos são de Itália, mas o ambiente é bem lisboeta, pois fica junto a um dos mais agradáveis espaços verdes da cidade, o Jardim Botânico. O conhecido chef Henrique Sá Pessoa apresenta aqui uma carta recheada de tapas espanholas e petiscos portugueses. Vê-se logo pela decoração que este é um restaurante moderno, o que se confirma depois nos pratos criativos e surpreendentes.

Na cozinha e fora dela, o chef Matheus Franklin, também natural do Rio de Janeiro, é outro dos grandes responsáveis pelo bom desempenho. Mas tenho assente que a essência da casa são as mozarelas e seus derivados, não se afirmasse o Obicà como “o primeiro mozzarella bar do mundo” (em Portugal, terá sido o Puro 4050, no Porto, também bem bom). Há muitas outras opções, incluindo pizzas, e pratos de substância, como rib eye (o coração do costeletão, sem osso) alcachofras ou robalo com porcini. Esta semana, o blogue Mesa Marcada adiantou que o restaurante do chef inglês poderá ficar no muito concorrido Príncipe Real, em plena praça, num prédio cor-de-rosa onde antes funcionou uma agência bancária do Deutsche Bank e uma loja da Lisbon Lovers. Quando em Dezembro do ano passado a RTP anunciou, no final do telejornal, que Jamie Oliver planeava abrir um restaurante em Lisboa nos próximos 18 meses, a cidade ficou na expectativa.

Com uma decoração encantadora e uma vista deslumbrante para a cidade, este lugar é perfeito para desfrutar de uma refeição memorável. Outra opção imperdível é o “Lost In”, um restaurante que combina uma atmosfera misteriosa e exótica com uma culinária de fusão asiática e mediterrânea. Sob o comando do renomado chef José Avillez, este estabelecimento encanta os visitantes com uma deliciosa fusão de sabores tradicionais portugueses e influências contemporâneas.

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Bernardi sugeriu umas férias ao dono, que lhe arrendaria o restaurante por um mês. À frente do espaço estava Bruno Carvalho — hoje o seu “sócio a meias” n’O Palmeiral —, que admitiu precisar de ajuda. O cenário mudou de figura quando começou a visitar regularmente o sogro português, vizinho de longa data o pequeno e pitoresco espaço na Travessa de São José, mesmo em frente à travessa que emprestou inspiração ao nome, a da Palmeira. Foi Moya e agora é casa de uma nova tasca italiana, O Palmeiral.